
"Ai de mim! Com mofa e desdém, ambos me disseram então: 'Digno não és de que ninguém, jamais te arranque a escravidão, imbecil! - se de teu retiro te libertássemos um dia, teu beijo ressuscitaria o cadáver de teu vampiro!'"
(Charles Baudelaire)
Que tempos difíceis eram aqueles: ter a vontade e a necessidade de viver, mas não a habilidade.